O Amor é a saída
Quando eu tinha cerca de 14 anos li o livro O Exorcista, que a maioria conhece ou pelo menos já ouviu falar, o qual foi transformado em filme. Fiquei impactada pela história, sobretudo por ser apenas uma adolescente sem grandes conhecimentos espirituais. Por certo eu sabia que o enredo era fictício, mas não descartava a possibilidade real de alguém ser possesso de demônios. Afinal, eu era católica e cria na Bíblia, mesmo sem conhecê-la a fundo. Foi meditando nos problemas espirituais humanos nos últimos dias que lembrei desse episódio, o qual achava-se enterrado nos arquivos da minha memória. Naquela época, minha imaginação de menina me ensinava que a personagem possessa da história poderia ser liberta apenas pelo amor, já que os sacerdotes religiosos não conseguiam o intento de forma fácil e definitiva. Eu refletia: o mal que está nela (na personagem) não convive com o amor ou com o bem, portanto, se o amor direcionado a ela for maior e mais forte, ela será liberta do atormen...