O útil com o inútil.
Recriar o que já foi criado
Dar nova forma, vislumbrar ícones antes pensados.
Arte daquele que sente e pressente o que está por vir
Um novo tempo, um conceito que res-surge das cinzas do consumismo
Que emerge e cresce na necessidade de continuar a existir.
Tudo se cria a partir da inutilidade. E vira arte.
O belo, o intrigante, o enigmático...
O novo que surge do velho, do descartável, do que já foi.
O olhar se renova e vê o que não era visto
Desfruta da descoberta do que era perdido
E se deslumbra no fulgor da esperança
Da certeza de que é possível
Encontrar encanto no desencanto.
(Sobre reciclar com arte)
Dar nova forma, vislumbrar ícones antes pensados.
Arte daquele que sente e pressente o que está por vir
Um novo tempo, um conceito que res-surge das cinzas do consumismo
Que emerge e cresce na necessidade de continuar a existir.
Tudo se cria a partir da inutilidade. E vira arte.
O belo, o intrigante, o enigmático...
O novo que surge do velho, do descartável, do que já foi.
O olhar se renova e vê o que não era visto
Desfruta da descoberta do que era perdido
E se deslumbra no fulgor da esperança
Da certeza de que é possível
Encontrar encanto no desencanto.
(Sobre reciclar com arte)
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